A Câmara Municipal da Moita, em parceria com a Banda Musical do Rosário, vai promover mais um Encontro de Bandas Filarmónicas, entre 15 e 30 de Julho, em diferentes espaços públicos do concelho da Moita. Este evento aposta em manter vivas as memórias e a tradição das filarmónicas espalhadas um pouco por todo o país. O Encontro tem início a 15 de Julho, às 22:00h, com a actuação da Banda da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (Montijo), na Praça da República, em Alhos Vedros. Dia 16 de Julho, é a vez da Banda de Vilela – Associação Recreativa e Musical de Vilela (Paredes) actuar na Escadaria da Igreja da Baixa da Banheira, pelas 22:00h. Esta iniciativa prossegue no dia 22 de Julho, às 22:00h, com a actuação da Banda de Sarilhos Grandes, na Escadaria da Igreja da Baixa da Banheira, e no dia 23 de Julho, às 22:00h, actua a Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares (Sintra), na Praça da República, na Moita. A 29 de Julho, pelas 22:00h, sobe ao palco da Praça da República, na Moita, a Banda de Porto Salvo – Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo (Oeiras). O Encontro de Bandas Filarmónicas termina no dia 30 de Julho, com os concertos da Banda de Música do Grupo União e Recreio Azarujense (Évora), da Banda da SIMEQ – Sociedade de Instrução Musical e Escolar Quebradense e da Banda Musical do Rosário, a partir das 21:00h, na Praça da República, na Moita.
Fonte: Rostos
Acho de louvar que seja promovido um encontro de bandas filarmónicas, mas não entendo como é o vereador da Cultura da C.M.Moita deixa escapara oportunidade de realizar um dia que fosse do encontro de bandas no Coreto de Alhos Vedros. Digo mais, como é possivel promover um encontro de bandas filarmonicas sem sequer ter noção de que a mais antiga Sociedade Filármonica do Concelho fazia 142 anos no dia 2 de Agosto, que Alhos Vedros festejava as festas de Nossa Senhora dos Anjos e no entanto a politica Cultural actual da Moita, é exclusiva e não consegue interligar os habitantes das suas diferentes Vilas e talvez por isso ainda hoje, pleno seculo XXI um habitante da Baixa da Banheira seja visto por um Moiteiro como um estranho e não como um vizinho!
Fico confuso com estas politicas culturais, e com esta visão vinda de um partido dito de esquerda.
cumprimentos